Esse é o tipo de notícia que me deixa bastante animado:
“O Coritiba anunciou nessa terça-feira a criação do departamento de Scout no clube. Segundo o coordenador de futebol do Coxa, Felipe Ximenes, o objetivo desse novo setor, muito comum no futebol europeu, é observar adversários e também buscar jogadores que possam reforçar o time”. Do Blog do Torcedor.
A observação de adversários já é algo comum no futebol brasileiro, a maioria dos clubes destacam profissionais para analisar os jogos dos rivais. Mas, isso ficou ainda mais facilitado com a transmissão de todos os jogos da Série A no “pay-per-view”. A diferença está exatamente em se analisar um adversário ao vivo, no estádio, ou pela TV. Para isso servem esses scouts.
Porém, na minha opinião, a principal função desses scouts é observar jogadores. Isso serve tanto para buscar jovens promissores, como para encontrar talentos desconhecidos, perdidos por esse país enorme, ou ainda analisar um atleta que esteja sendo pretendido. Acredito que esse seja o caminho certo para se montar uma equipe de sucesso.
Hoje, no Brasil, gasta-se muito com contratações que acabam se revelando equivocadas. Além disso, os clubes têm estado reféns dos “empresários”, alguns sem qualquer credibilidade, que trazem atletas para os clubes, além, claro, do interesse financeiro de alguns dirigentes. Com um departamento de scout analisando o atleta antes da contratação, haverá mais chance de acerto e aumenta também a probabilidade de se encontrar um talento escondido.
Espero que o Coritiba tenha sucesso nessa iniciativa e que os outros clubes acordem para a importância de se ter no quadro de funcionários pessoas capazes de analisar atletas antes da contratação. Eu sempre defendi como melhor opção para os clubes a busca pelos talentos ainda jovens. Com isso, os clubes gastariam menos com contratações e lucrariam mais com transferências. Para que isso dê certo, claro, é preciso ter uma boa equi pe de “olheiros” ou scouts, para ser mais moderno.
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O Campeonato Brasileiro da Série A é de pontos corridos, não tem fases. Ao menos, não aparentemente. Na verdade, o campeonato é bem dividido.


Outros clubes patrocinados pela fornecedora de materiais esportivos, Champs, já haviam tomado o mesmo rumo. O Náutico, assim como os outros, sofreu com a falta de pagamento e também com a falta de materiais. A Champs descumpriu o contrato e agora vai arcar com as consequências.
Faltam menos de quatro anos para a Copa das Confederações no Brasil. Faltam menos de cinco anos para a tão sonhada Copa do Mundo. Apesar das sedes já estarem confirmadas e dos projetos já terem sido aprovados, ainda não sabemos de onde virá tanta “grana”. Teoricamente, os estádios serão reformados ou construídos através de parcerias público-privadas. Ainda teoricamente, sabe-se que a inciativa privada cuidará dos estádios enquanto a infra-estrutura das cidades será de responsabilidade do governo.
Particularmente, o projeto de Recife, a “Cidade da Copa”, me preocupa, pois prevê a construção não só de um estádio, mas de uma cidade inteira. Sinceramente, duvido que em cinco anos exista mesmo uma cidade no local. Acredito que teremos um belo estádio, mas não cercado por uma cidade como querem os organizadores.