Balanço do Sport na Libertadores

Agora que a Copa Libertadores acabou para o Sport, está na hora de fazer um balanço. E, pode ter certeza, apesar da eliminação, o balanço é positivo. O Sport saiu de vez do rol dos coadjuvantes para ser protagonista do futebol brasileiro.

A primeira lição que podemos tirar dessa competição é o preço dos ingressos. O valor cobrado nas três primeiras partidas afastou o torcedor da Ilha do Retiro. O erro foi consertado e nas oitavas de final o estádio estava repleto. O detalhe é que a renda foi mais ou menos a mesma.

O pacote de ingressos para os primeiros jogos foi uma excelente ideia, mas a execução poderia ser melhor. Muitos reclamaram de ter que trocar os ingressos antes de cada partida. Agora o clube pode pensar em estabelecer esse tipo de venda para outras competições, como o Campeonato Brasileiro.

A rivalidade criada com o Palmeiras também deve ser vista pelo lado positivo. Ao considerar o Sport como um rival dos paulistas está se colocando o rubro-negro no mesmo patamar dos grandes clubes do sudeste, afinal, para ter rivalidade é preciso ter igualdade de forças.

O Sport Recife, hoje, é um time respeitado pelos adversários, e mais, é temido quando joga na Ilha do Retiro. Hoje ninguém subestima o Leão, e vêm ao Recife com medo da derrota, precavidos e, muitas vezes, retrancados. Nem sempre foi assim, as conquistas do clube é que impuseram essa nova realidade.

No fim, a conclusão que chegamos é de que o Sport gostou da competição, a torcida esperava ansiosa pelos jogos, a diretoria se empenhava para fazer uma bonita festa e o elenco lutava e se dedicava para conseguir as vitórias. Lamentar a eliminação é reconhecer que o time poderia ter ido muito mais longe, porque tinha futebol para isso.

Agora, para voltar a viver esse belo momento, é preciso se concentrar e buscar uma nova classificação. O Leão saiu fortalecido dessa batalha e mostrou para o Brasil e o mundo a garra de um clube centenário que enche de orgulho a sua torcida. E caso não se classifique, o clube terá a chance de disputar novamente a Copa do Brasil, que traz boas lembranças.

Então, é bola pra frente.

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4 Respostas

  1. Parabens pelo texto. Li no blog do torcedor e vim aqui elogiar!

  2. E que Náutico e Santa Cruz mirem no exemplo do Sport Recife. Vejo o futebol pernambucano a mesma rivalidade e paixão que existe no futebol gaúcho. A única diferença em que os separam é o profissionalismo e a competencia de suas diretorias. Voltando ao Sport, a única coisa que eu vejo que sua diretoria pecou neste período de Libertadoresfoi não ter lançado uma campanha de sócios. Imagina, se o Santa Cruz, na série D do Brasileirão está tendo um retorno positivo, o que diria o Sport Recife, na Série A e disputando a Libertadores, o seu merlhor momento, em 104 de história! Mesmo assim, o Leão da Ilha está no rumo certo. Forte Abraço Tasso!

  3. kkkkkkk engraçado disseram a mesma coisa do bahia no final dos anos 80 kkkkkkkk a cachorra de peruca é um timinho e é uma questão de tempo pra voltat a sua realidade kkkkkkk
    kkkkkkkkk

  4. Caro Mario Filho, aprovei seu comentário porque sou contra qualquer tipo de censura. Mas, o extracampo é um lugar de discussões sérias sobre o mundo do futebol e não de provocações entre torcidas. Espero que seus próximos comentários sejam melhores, como o que fez no post sobre a Globo e a Unisul.

    Saudações,
    Fernando Tasso

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