Arbitragem para menores infratores.

Uma ação da “Fundação Casa”, antiga FEBEM, em São Paulo, tem chamado a atenção, podendo se tornar um novo conceito de ressocialização para menores infratores. Um professor de Educação Física e um ex-árbitro se uniram para ensinar arbitragem aos reclusos. Antes eram poucos, hoje são mais de 40 entusiasmados com a possibilidade de se tornarem árbitros de futebol.

Um dos maiores problemas do nosso país está na dificuldade de recuperar os jovens infratores, de ensinar-lhes regras éticas e morais e ainda conceder-lhes a possibilidade de vencer na vida dignamente, através de um ofício lícito. O esporte pode ser o caminho para resolver os dois problemas.

De acordo com a matéria do Fábio Grijó, para o Jornal do Brasil, o que mais impressiona é que os jovens que não seguiam quase nenhuma regra social passaram a entender a sua importância, tanto no esporte como na vida. Na função de árbitros, os jovens começam a compreender o conceito de autoridade, de regras, leis e respeito a elas, algo dificil de atingir sem o esporte.

Fica a ideia, que pode ser uma boa saída para as instituições prisionais e para o futuro de muitos jovens brasileiros.

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