Árbitro urina em campo.

Essa notícia é para entrar no rol das mais bizarras. O árbitro Massimo Busacca, antes de uma cobrança de escanteio, resolve se aliviar. O jogo foi entre Al Gharafa, time do meia Juninho Pernambucano, e Al Khor, válido pelo Campeonato Nacional do Qatar. A federação local, por incrível que pareça, não deve punir o árbitro, mas ele vai ficar um bom tempo sem atuar no campeonato do Qatar.

Se algo assim acontecesse aqui no Brasil, acredito que a infração prevista no CBJD (Código Brasileiro de Justiça Desportiva) aplicável ao caso seria a do art. 272.

Art. 272 Assumir em praças desportivas, antes, durante ou depois da partida, atitude contrária à disciplina ou à moral desportiva.
PENA: suspensão de 60 (sessenta) a 120 (cento e vinte) dias.

Espanha: futebol às 15h para japonês ver.

Na Espanha vem se discutindo a criação de um novo horário para as partidas de futebol, às três da tarde. O objetivo é conquistar o mercado asiático, que transmitiria partidas ao vivo no horário nobre, nove da noite.

Os catalães, Barcelona e Espanyol, encabeçam o movimento. A idéia é ter ao menos uma partida da rodada nesse horário. A inspiração vem da Inglaterra, que já realiza partidas à uma da tarde para se encaixar no horário asiático.

A razão para isso é muito clara, o poder financeiro dos consumidores asiáticos. Há tempos que os clubes europeus tentam explorar esse mercado, seja com excursões, com jogos em horários ingratos ou até mesmo contratando atletas orientais. O Espanyol, por exemplo, acaba de assinar com o japonês Nakamura.

Além dessa ideia, já se discute na Europa o horário das partidas. Afinal, assim como ocorre no Brasil, o horário nobre da TV é muito tarde, 22h. Se é bom para a TV, em contrapartida, é ruin para o público.

O site Sport.es, que traz a notícia, afirma que apesar da renda obtida através dos sócios e torcedores estar perdendo espaço para os patrocínios e direitos de TV, são aqueles que sustentam o clube com a sua paixão. Apesar do horário ser bom para assistir futebol na TV, não há nada mais triste que um estádio vazio.

E você, torcedor, o que pensa das partidas às 22h na quarta-feira?

Eu digo logo, ultimamente tenho dormido no intervalo.

Prazer, Uzbequistão.

Sou uma ex-república soviética da Ásia Central. Resolvi investir no futebol, iniciei uma liga profissional com 16 times e comecei a construir um estádio moderno, o complexo esportivo Tashkent Football Park. Contratei o meia Rivaldo e agora o técnico ZIco, que além do clube deve dar uma mãozinha à seleção. Estamos longe da Copa do Mundo, mas em 5 anos esperamos ter uma força reconhecida no futbeol. Meu nome é Uzbequistão.

Pois, isso é o que eu chamo de globalização. Hoje, com recursos, é possível levar corridas de Fórmula 1 para o deserto, ou até criar futebol no Uzbequistão. Agora teremos mais um destino para os nossos jovens viajantes brasileiros, que jogam em qualquer lugar que cresça grama, em troca de um pouco mais de grana. Não sei qual é o nível do futebol uzbeque, mas tenho certeza que irá melhhorar muito com a chegada dos brasileiros por lá. Zico chegou para ensiná-los a jogar bola. O próximo poderia ser Renê Simões, que é um excelente professor de futebol.

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