Estádios de Portugal podem ser demolidos.

Essa notícia é preocupante e deve alarmar também os brasileiros. Em Portugal, alguns estádios construídos especialmente para a Eurocopa 2004 podem ser demolidos pelo prejuízo que vêm gerando. Os estádios de Braga, Leiria, Coimbra, Aveiro e Faro, juntos, geram aos municípios um custo de 13 milhões de euros ao ano, somando o pagamento da dívida assumida quando da construção dos mesmos e a manutenção dessas arenas.

São todos estádios modernos e de grande qualidade, um deles, o de Braga, inclusive, venceu vários prêmios de arquitetura e é cartão postal da cidade, por ter sido construído em meio a uma pedreira. O estádio teve, ainda, o “naming rights” (nome do estádio) vendido a uma empresa local. A arena teve taxa de ocupação de 40% em 2009, mas, mesmo assim, a prefeitura continua gastando cerca de 5 milhões de euros ao ano para mantê-lo.

Outros estádios estão em situação ainda mais crítica, em Aveiro, por exemplo, o estádio com capacidade para 30 mil pessoas, teve taxa de ocupação média de 5% em 2009. Os outros estádios citados também não costumam receber grandes públicos.

O Estádio Cidade de Coimbra, que conheço de perto, também sofre com públicos muito pequenos durante o campeonato. Na verdade, apenas nos jogos do Acadêmica contra o Porto, o Benfica e o Sporting é que o estádio recebe grande público. Essa Arena, porém, deve se manter, de um lado pela estrutura que a compõe (shopping center, lojas e um Flat), de outro pelos shows realisados na cidade. Em outubro de 2010, por exemplo, haverão dois shows da banda irlandesa U2.

Dos estádios construídos para a Eurocopa 2004, apenas o Estádio do Dragão, do FC Porto, o Alvalade XXI, do Sporting e a Nova Luz, do Benfica, têm boa taxa de ocupação e rendem frutos aos clubes. Esses estádios, inclusive, foram bancados, em grande parte, pelos próprios clubes.

Essa notícia deve servir de alerta para os brasileiros. Estádios contruídos sem expectativa de continuarem recebendo bons públicos durante o ano correm o grande risco de gerarem dívidas àqueles que bancarão as construções. A Arena Capibaribe, em Recife, que ainda não conseguiu convencer um clube a assumi-la após a Copa, também corre esse risco.

É o seguinte, ou um grande clube, com grande torcida, assume o estádio, ou deve-se buscar formas de todos os três grandes da capital mandarem alguns jogos em São Lourenço da Mata, isso é o que o governo está buscando. Caso não tenha uma taxa de ocupação razoável, o estádio irá gerar prejuízo e depois de alguns anos se tornará um fardo para o governo ou quem assuma sua administração.

Fonte: Máquina do Esporte.

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O dever de ocupação efetiva em Portugal e Espanha

Da coluna publicada no site do IBDD.

O contrato de trabalho gera obrigações para ambas as partes. A principal obrigação do empregador é pagar os salários ao empregado, enquanto este tem o dever primordial de prestar o serviço para o qual foi contratado. A obrigação de um é direito do outro, assim o patrão tem o direito de ver o trabalho executado, enquanto o empregado tem o direito de receber o salário.

A questão que se põe aqui é: o empregado tem direito a trabalhar? Ou ainda: o empresário tem o dever de ocupar o trabalhador? Isso aplicado ao futebol teríamos: o atleta tem o direito de jogar? E mais: o clube tem o dever de colocá-lo em campo?

O dever de ocupação efetiva, ou direito à ocupação efetiva, dependendo do ponto de vista, foi consagrado na legislação espanhola, e posteriormente na portuguesa. O RD 1006/1985, no art. 7.4, prevê o que já era consagrado pelo Estatuto de los Trabajadores, o dever do empregador em proporcionar ao empregado uma ocupação efetiva. Em Portugal, a Lei nº 28/98, que regula a relação laboral-desportiva, no art. 12º/a, consagrou este direito antes mesmo da legislação comum, que hoje o contempla no art. 122º/b, do Código do Trabalho.[1]

Antes mesmo da consagração deste dever no Código do Trabalho português, ele já era aceito devido a construções doutrinárias e jurisprudenciais. Mas, quando colocamos essa questão à realidade do praticante desportivo profissional ela ganha novos contornos.

Para um atleta profissional, a falta de uma ocupação efetiva pode ser ainda mais prejudicial do que para trabalhadores comuns. O atleta precisa estar em atividade para manter a forma física e aprimorar a técnica. Mais do que isso, sem jogar perde notoriedade e tem sua carreira prejudicada.

Chegado o fim do contrato, o atleta que pouco atuou terá dificuldades em renovar o vínculo com o clube, e até mesmo em negociar com outro empregador. Neste sentido, Leal Amado afirma que: “o praticante desportivo precisa de se exibir, necessita de competir, sob pena de cair no esquecimento e/ou de ver desvalorizada a sua cotação no respectivo mercado de trabalho”. [2]

Só treinando o atleta se manterá em forma, e só jogando ele aparecerá como um artista de valor diante do público. Porém, o direito que a legislação garante ao atleta não é o de participar em jogos oficiais ou competições, mas somente o de não ser excluído, injustificadamente, de treinos e atividades preparatórias. Não se pode confundir o direito de trabalhar com um direito de ser alinhado para uma partida ou, muito menos, o direito de ser titular. [3]

Tanto a lei portuguesa quanto a espanhola preconiza o dever de ocupação efetiva do praticante desportivo apenas com relação aos treinamentos e demais atividades preparatórias. Cabe ao clube, através dos responsáveis técnicos, no caso o próprio treinador da equipe, decidir quais atletas atuarão desde o início, quais ficarão entre os reservas e quais não serão relacionados para a partida. Nos grandes clubes de futebol o elenco pode ultrapassar trinta atletas, e tendo em vista que apenas onze são titulares e mais sete suplentes, muitos atletas sequer serão relacionados para a partida. Cabe ao treinador tomar esta decisão, não havendo direito a qualquer jogador de ser incluído na lista dos convocados.

Desta forma, o direito à ocupação efetiva existe, mas é limitado. O direito não é pleno, abrange apenas os treinamentos e demais atividades preparatórias. Ou seja, nas palavras de Leal Amado, “em termos muito simples, o praticante tem o direito de treinar mas não o de jogar, tem o direito de se preparar mas não o de competir, tem o direito de ser adestrado, mas não o de ser utilizado”. [4]

Uma vez que o direito à ocupação efetiva se restringe às sessões de treinamento e outras atividades acessórias, e o empregador é responsável por determinar quem entra em campo, podemos vislumbrar algumas questões polêmicas. Por exemplo, os treinamentos em grupo separado, as equipes B e a desocupação como forma de punir o atleta.

O clube tem o poder de direção da prestação laboral, e pode determinar quando e onde serão realizados os treinamentos. A questão se choca com o dever de ocupação efetiva quando existem dois ou mais grupos de trabalho, onde o clube é quem determina quais atletas constituirão cada um. Existem diferentes razões para que o empregador separe os atletas, mas o seu afastamento do grupo normal de trabalho pode ser considerado uma violação do dever de ocupação efetiva, principalmente se essa manobra se dá de forma a punir o atleta por alguma indisciplina e não por razões técnicas.

O que se discute não é a utilização de grupos separados de trabalho e equipes B como forma de gestão de plantéis elevados, mas o afastamento de atletas para estes grupos como forma de punição. As equipes B, por exemplo, foram criadas no sentido de proporcionar aos grandes clubes condições para que coloquem em atividade os jogadores mais jovens, a fim de prepará-los para a disputa de competições pela equipe principal.

Não há nada de errado em determinar a um atleta que treine em separado, mas só quando esta medida tiver fundamento técnico, como o aprimoramento da forma física, a recuperação pós-tratamento médico, ou um treino específico para o atleta, como finalizações ou cruzamentos, se assim for necessário. Mas, o que pode acontecer, e realmente acontece no futebol, é o afastamento como punição por indisciplina, e esta atitude é a que se condena. O empresário não pode fazer deste afastamento um meio para constranger o atleta e até forçá-lo a pedir demissão.

Porém, a atitude do empregador, visando compelir o atleta a demitir-se, é uma atitude que pode se voltar contra o próprio empregador. Segundo Bengoechea e Ostolaza: “En tales casos de desocupación arbitraria, vejatoria, discriminatoria o que persiga el fin de que el deportista pida la baja voluntaria, habría motivo para que el deportista pidiera la resolución del contrato por incumplimiento del empresario”. [5]

Esta atitude do empregador, que infelizmente vemos com freqüência, é uma prática de má fé, e dá ao empregado o direito de pedir demissão com justa causa, recebendo todas as verbas a que tem direito. Porém, comprovar esta situação é que se demonstra um árduo serviço.

A extinção do contrato por iniciativa do atleta, com justa causa, devido à violação do dever de ocupação efetiva, não é exatamente a melhor solução, principalmente se levarmos em consideração as dificuldades probatórias que já ressaltamos. A melhor solução talvez seja a da legislação espanhola, que no art. 11.2, [6] concede o direito ao atleta em pedir a sua cessão temporária, obrigando o clube ao aceite, quando o jogador não tenha sido utilizado em nenhuma competição oficial.

A cessão temporária mantém o vínculo do atleta com o clube, mantém em vigor o contrato de trabalho, que fica suspenso durante o período de empréstimo. Enquanto isso, o jogador exerce a profissão ao abrigo de outro contrato, com outra entidade. Esta solução é louvável já que concede ao desportista o direito de buscar uma melhor condição de trabalho. Ao ser “emprestado” ele terá mais condições de atuar em partidas oficiais e exercer uma ocupação efetiva. Com isso, todos saem lucrando: o atleta poderá exercer sua profissão; o clube deixará de pagar-lhe os salários.

1 – A legislação desportiva brasileira nada prevê sobre o dever de ocupação efetiva.
2 – AMADO, João Leal, Vincuculação versus liberdade, cit., pág. 267.
3 – Nada impede, porém, que o contrato de trabalho firmado entre as partes preveja uma condição na qual o empregador se obrigue a escalar o atleta em determinada competição ou em um número mínimo de partidas. No caso de jogadores de mais renome e fama internacional é possível que seja incluída tal cláusula no contrato.
4- AMADO, João Leal, Vincuculação versus liberdade, cit., pág. 270.
5- SAGARDOY BENGOECHEA, Juan Antonio / GUERRERO OSTOLAZA, Jose Maria, El contrato de trabajo del deportista profesional, cit., pág. 70.
6- “El club o entidad deportiva deberá consentir la cesión temporal del deportista a otro club o entidad deportiva cuando a lo largo de toda una temporada no hayan sido utilizados sus servicios para participar en competición oficial ante el público”.

Média de idade é critério de desempate em Portugal.

Notícia curiosa, o Portimonense se classificou à terceira fase da Taça da Liga de Portugal por ter uma média de idade (24,556) menor que os adversários, Acadêmica (24,682) e Beira-Mar (25,474).

Os três clubes terminaram a fase empatados, todos com 2 pontos, nenhum gol sofrido nem marcado. Para garantir a vaga, o Portimonense colocou em campo, nos minutos finais da partida, o goleiro Sapateiro, de apenas 19 anos.

A Associação Acadêmica de Coimbra, contesta o resultado e afirma ser o verdadeiro dono da vaga. O caso deve parar nos tribunais desportivos de Portugal.

O critério de desempate é, no mínimo, curioso. Mas serve para incentivar os clubes a valorizarem os atletas mais jovens, investindo na formação de novos jogadores. Mas, o sistema pode incentivar casos assim, onde o clube coloca em campo jovens jogadores apenas para atingir uma média de idade. Não posso chamar isso de “fraude”, pois tudo correu dentro das regras, mas é algo bastante controverso.

Fonte: Globoesporte

Portugueses lucram com a transferência de jogadores.

Parece que os portugueses descobriram o seu papel no mercado da bola. Ja que disputar contra os grandes ingleses, espanhois e italianos ainda é muito difícil, precisam aproveitar sua condição para gerar lucro. Assim, descobriram que podem formar bons atletas, além de negociar atletas extra comunitários e com isso lucrar bastante.

O ponto mais significativo, ao meu ver, é a forma como esses clubes conseguem lucrar “comprando” e depois “vendendo” determinados jogadores. Exemplo, Anderson, transferiu-se do Grêmio para o Porto e depois de lá para o Manchester, o que encheu os cofres do Dragão. Ramires é outro que deve gerar um bom lucro, assim eu espero. Contratado barato pelo benfica, o atleta, caso se destaque, pode se transferir por uma verba muito maior para outro clube europeu.

Interessante é que o desempenho desportivo está intimamente ligado ao sucesso financeiro, e os três clubes devem ser analisados de formas diferentes. Primeiro, vejam os números trazidos pelo Futebol Finance:

FC Porto
Aquisições: 155 milhões de Euros / Vendas: 305 milhões de Euros / Lucro: 150 milhões de Euros
Maior investimento em jogadores em 04/05 com 50 milhões de Euros;
Maior receita na venda de jogadores em 04/05 com 98 milhões de Euros.

SL Benfica
Aquisições: 115 milhões de Euros / Vendas: 125 milhões de Euros / Lucro: 10 milhões de Euros
Maior investimento em jogadores em 07/08 com 37 milhões de Euros;
Maior receita na venda de jogadores em 07/08 com 48 milhões de Euros.

Sporting CP
Aquisições: 60 milhões de Euros / Vendas: 110 milhões de Euros / Lucro: 50 milhões de Euros
Maior investimento em jogadores em 07/08 com 10 milhões de Euros;
Maior receita na venda de jogadores em 07/08 com 33 milhões de Euros.

O FC Porto é o clube com os melhores resultados esportivos. Além de campeão da Liga dos Campeões em 2004, o clube é tetra campeão português. Por isso mesmo o pessoal de azul consegue lucrar mais que os rivais. Com o sucesso esportivo da equipe, os jogadores acabam se destacando também individualmente, o que facilita as negociações.

O Benfica é clube que menos lucrou nesse período. Os encarnados têm gasto muito com transferências sem, contudo, conseguir um retorno nas “vendas”. Os maus resultados em campo levam a isso. Agora, a contratação de Ramires, que ao meu ver foi bastante barata, pode gerar um bom lucro ao Benfica, basta que o time tenha sucesso e o atleta se destaque individualmente.

O Sporting é um caso à parte, os leões priorizam as categorias de base e a formação de jogadores. Vejam que é o clube que menos gasta, mas tem um lucro maior que o rival de Lisboa. A Academia do Sporting é considerado um dos melhores centros de treinamento da Europa, lá surgiram grandes jogadores como Figo, Nani e Cristiano Ronaldo. Enquanto os rivais gastam bastante com a contratação de jogadores, o Sporting “fabrica” os seus craques em casa. Isso, porém, tem um custo, pois com equipes sempre jovens o clube não tem onseguido o sucesso desportivo desejado.

Os portugueses já descobriram seu papel dentro do mercado europeu, sabem que não têm condições de brigar financeiramente com os grandes, aproveitam, então, para lucrar como formadores ou intermediários. Agora, o Brasil precisa se encontrar. Nada de querer proibir a transferência de atletas, precisamos é formar melhores jogadores para que possam ser cada vez mais caros e assim gerar lucros maiores aos nossos clubes. Chega de nadar contra a maré.

Porto e Benfica na gangorra europeia.

O Porto foi condenado a uma suspensão de um ano da Liga dos Campeões da Europa. A condenação do clube na justiça portuguesa por corromper ou tentar corromper jogos foi a responsável pela suspensão. Os regulamentos da Liga dos Campeões não permitem a participação de clubes envolvidos em “atos de corrupção de resultados de jogos”. Ainda cabe recurso, portanto, a decisão final ainda há de demorar.

Enquanto o Porto “desce”, subindo no outro lado da gangorra vai o Benfica. Caso o primeiro seja mesmo punido, a vaga vai para os encarnados. Por isso, as ações do Benfica subiram 5% nos últimos dias. Para quem não lembra, essas ações haviam caído 65% pela não classificação do time à Liga dos Campeões.

Bem que eu escrevi no post sobre a queda dos clubes na bolsa, era a hora de comprar, pois, com certeza as ações subiriam em breve.

Queda na bolsa.

Dois clubes tradicionais do continente europeu viram suas ações caírem após a não classificação dos times para a próxima Liga dos Campeões. O Ajax, único clube holandês com ações na bolsa, teve uma queda de 11% até agora. Mas, o Benfica sofreu uma queda bem maior, 65% de deságio, causando um prejuízo de 58,5 milhões de euros. No início do ano, cada ação dos portugueses valia 6 euros (R$ 15,70), e atualmente vale 2,1 euros (R$ 5,50).

No Brasil esta moda ainda não pegou, mas já é comum ver clubes europeus com ações negociadas na bolsa de valores. Quando os clubes brasileiros se profissionalisarem, é possível que a cotação na bolsa comece a fazer parte dos noticiários esportivos. E quando isso acontecer, o exemplo do Benfica poderá se repetir, quando um clube for vice-campeão estadual, perder a vaga na Libertadores ou for rebaixado.

Não entendo nada de bolsa de valores, nem me perguntem sobre dicas de investimento. Mas, se o bom é comprar na baixa, então a hora é de investir nos encarnados. O Benfica é o clube com mais sócios no mundo, e como qualquer clube de massa, deverá investir pesado para retornar à ponta do futebol português. Sendo assim, o valor das ações promete aumentar.

Fonte:
http://maquinadoesporte.uol.com.br/v2/noticias.asp?id=9327

Sporting aposta nas escolinhas.

O Sporting Club de Portugal é considerado o maior formador de talentos da terrinha. Hoje o clube possui 14 escolinhas, mas pretende abrir mais 16 neste ano. O clube recebe as candidaturas de interessados em firmar a parceria, como uma forma de franquia, mas nem todas são aceites. Das 60 candidaturas de 2007, apenas 10 se realizaram. Este ano já recebeu perto de 100 propostas. A intenção do clube é internacionalizar o projeto, e vários países já estão interessados.

O Sporting é um exemplo na formação de talentos, e o Centro de Treinamento dos Leões é considerado um dos melhores da Europa. O investimento é importantíssimo, afinal, o futebol português não tem a mesma rentabilidade de outros europeus, o que faz de Portugal um formador e exportador de talentos, assim como o Brasil. Só o Sporting já formou jogadores como Cristiano Ronaldo, Paulo Futre, Luís Figo, Hugo Viana, Quaresma e Nani. O clube aceita a condição de formador e investe nisso, um exemplo para clubes brasileiros que ainda não aprenderam a lição.

A fórmula do clube também é interessante. São muitas escolinhas para crianças, espalhadas pelo país, com cerca de 3 mil jovens matriculados, e um CT de qualidade para os mais velhos. Para descobrir os talentos é preciso garimpar forte, tirando daqueles milhares de garotos os poucos que podem realmente ser atletas vencedores.

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